10 provas de que Mindfulness é a maior tendência para a Psicologia nos próximos anos



Este artigo nasceu dos meus estudos em bancos científicos nas Universidades de Havard, Stanford e Valencia. São pontuações de estudos que nos mostram que Mindfulness é uma GRANDE tendência de mercado. E se tem analista de TI, economista, engenheiro e uma infinidade de profissões aleatórias tratando depressão, ansiedade, estresse com eficiência através de mindfulness, é sinal que está mais do que na hora da nossa categoria se posicionar frente ao mercado de trabalho - porque o nosso trabalho tem absolutamente TUDO para ser superior, aliás, não precisa ser nem equiparado com essa turma que está trabalhando com mindfulness agora. Afinal, são 5 anos de graduação, alguns bons anos de especialização, mais as diversas formações para entendermos toda complexidade do ser humano, e ainda assim parece não ser suficiente, não é mesmo?

Permita que eu te fale algo: em todo lugar do mundo qualquer pessoa pode começar a trabalhar com mindfulness. E muitos acabam fazendo realmente um excelente trabalho, mas saiba que as grandes referências em Mindfulness são profissionais da área da saúde mental: psicólogos e psiquiatras, salvo algumas exceções. Neste momento de altas expectativas - costumo equiparar ao momento antes do start para uma corrida - cabe a você decidir se vai investir em algo que vai mudar sua vida pessoal e profissional ou se vai assistir, resignado(a), centenas de profissionais trabalhando com Mindfulness, obtendo todo sucesso em suas carreiras. Talvez o pior seja imaginar profissionais de outras áreas obtendo o sucesso que nós não temos, com o trabalho que deveríamos estar fazendo... tal como aconteceu com o estouro do coaching.


Não estou exagerando quando falo isso. Desde 2013 estamos esperando o estouro de Mindfulness no Brasil. Quando decidi fazer meu primeiro curso, foi justamente por este motivo. Um dos meus professores pediu para que eu avaliasse o investimento neste sentido: um investimento pessoal e profissional ao mesmo tempo, de algo que modificaria sobremaneira minha qualidade de vida, que melhoraria muito a qualidade dos meus serviços e, ainda, um investimento em algo totalmente atual, que ainda está chegando por aqui, com alto respaldo científico e muito campo aberto para investigação. Quando coloquei essas coisas na balança, o curso ficou barato. E olha que eu investi cerca de 3 vezes mais do que o valor de investimento da formação CPPMP. Mais uma vez, agora é a hora de fazer diferença em Mindfulness no Brasil. Estamos carentes ainda de referências nacionais - já pensou que você pode ser uma delas?



1. Mindfulness caiu, definitivamente, no interesse científico. São milhares de estudos comprovando sua eficácia para a saúde física e mental. E este interesse não atinge somente psicólogos, mas também médicos, nutricionistas, fisioterapeutas, educadores físicos, entre outros. Os bancos de dados científicos só aumentam. As melhores universidades do mundo já possuem um centro próprio de aplicação e estudo sobre Mindfulness. Isso retrata que Mindfulness não é apenas um “modismo”, mas que sim, veio para ficar.


2. Mindfulness favorece a comunicação interdisciplinar, tão importante nos dias atuais. O crescente interesse a respeito de mindfulness por diversos profissionais deve aumentar a comunicação entre os mesmos, facilitando o trabalho conjunto, beneficiando sobremaneira nossos clientes. É possível que cada um trabalhe dentro da sua área sem afetar o outro - apesar de não ser esta uma realidade que começamos a ver no Brasil (acredito que seja possível mudar isso, mas depende do nosso posicionamento enquanto psicólogos).

3. Um número cada vez maior de psicólogos clínicos trabalham com terapias baseadas em mindfulness. Nos EUA, em 2007, mais de 40% dos psicólogos disseram atuar com as TBMs. Hoje, 10 anos depois de grandes comprovações científicas, estima-se que este número supera os 80%. O maior interesse não é só da Psicologia Clínica, mas da Neurociência também.



4. Mindfulness já movimentou mais de 1 bilhão de dólares só nos EUA. E grande parte deste investimento veio por parte de empresas que implantaram treinamentos de Mindfulness. Temos grandes multinacionais no Brasil já interessadas, pelo resultado já atestado nas empresas americanas. E também há interesse em empresas menores. O custo benefício, facilidade de implantação e o impacto social causado são os grandes chamativos.



5. Para os psicólogos clínicos, Mindfulness é fundamental para a eficiência do tratamento, seja lá qual a abordagem utilizada. Em um dos seus artigos, Simón (2010), diz que, mais importante que a abordagem, a relação terapêutica é mesmo o essencial para a efetividade do processo de psicoterapia. Há uma modulagem de neurônios espelhos que o psicólogo treinado pode captar, pois causa sinais em seu corpo, possíveis de análise, além de outros aspectos importantes sobre a presença verdadeira em setting terapêutico. E as descobertas nesta área estão apenas no início.


6. Mindfulness não é uma panaceia, mas parece caber em várias outras possibilidades. Uma delas, sem dúvida, é a educação. Esta se constitui uma das áreas mais promissoras para aplicação de Mindfulness -tanto para o treinamento das crianças, como para com o cuidado com o professor. Já dizia William James (1950), que o desenvolvimento da atenção seria a "educação por excelência".


7. O trabalho com mindfulness constitui-se de algo relativamente novo, mas com todo embasamento técnico comprovado pelos rigorosos métodos científicos. É algo seguro, inovador, eficiente e altamente responsivo não só a nível comportamental, mas a nível cerebral. De acordo com Simón (2010), "As técnicas neurobiológicas aplicadas ao cérebro que medita, estão permitindo comprovar que a prática contínua produz mudanças cerebrais que permanecem e que os estados mentais produzidos vão se transformando pouco a pouco em novos traços de personalidade." Ora, se técnicas comportamentais fazem tanto sucesso, imagine este corpo de técnicas que além de modificações corporais podem modificar padrões cerebrais até que se tornem traços de personalidade?


8. Mindfulness favorece a felicidade. E quem comprova isso é a Ciência da Felicidade, mais conhecida como Psicologia Positiva. Um movimento novo da Psicologia que veio para desenvolver as outras missões até então esquecidas: construir as forças positivas, cultivando talentos superiores e tornar a vida das pessoas mais satisfatória, mais feliz. Uma das "chaves" da felicidade é viver no aqui e agora, treinamento que se propõe a prática de mindfulness. Isso leva nosso atendimento clínico além, posto que não estamos apenas tratando de distúrbios ou desajustes, mas levando as pessoas que nos buscam para um outro patamar de desenvolvimento e de vida. Convém aqui te dizer que o Coaching é totalmente baseado na Psicologia Positiva e é exatamente isto que o processo faz: te ajuda a encontrar pontos de insatisfação e planejar mudanças, construindo conscientemente novos caminhos. Não é a toa que muitos Coachs estão procurando por Mindfulness (e sim, estamos formatando um curso especialmente para eles, com ferramentas próprias que podem ser incorporadas às já existentes).


9. O interesse científico tem aumentado consideravelmente no Brasil. Já temos a Unifesp, em São Paulo, com um trabalho fantástico sobre Mindfulness, enquanto que a UFSC começa a caminhar seu interesse para os primeiros estudos. A UFRGS também é outra instituição interessada na pesquisa científica sobre o tema. E isso é apenas o começo, logo veremos o estouro de mindfulness no mundo acadêmico que é onde, sem dúvida, há maior interesse e desenvolvimento do tema.


10. Mindfulness fará muita diferença na sua vida pessoal e profissional, mesmo que você esteja fazendo a formação sem essas intenções. É isso que escuto de todas as pessoas que passam pelo CPPMP, sejam em treinamentos ou nos cursos de formação. Cada qual que passa aqui encontra um caminho para trilhar dentro de mindfulness, onde não há concorrência. Aliás, em Mindfulness não há concorrência! Isso porque também trabalhamos algo fundamental, que é a compaixão. Mindfulness sempre guarda em si um fator afetivo, uma bondade amorosa que trabalhamos em nós mesmos e expandimos para os outros.

Fonte:

Simón, V. Mindfulness y Psicologia: Presente y Futuro. Información Psicologica, nº. 100, setembre-decembre 2010, p.162-170

Shapiro, S.L. The integration of Mindfulness and Psychology. Journal of Clinical Psychology. Volume 65, Issue 6, June 2009, Pages 555–560

Superinteressante, ano 2016, nº. 376 (http://super.abril.com.br/comportamento/mindfulness-aqui-e-agora/)

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